Welcome Everybody!

Um blog que que pretende mostrar aquilo que você vê, mas não enxerga.
As essências escondidas por trás do que parece óbvio.
Enxergou além? Se pronuncie! O que você vê nas postagens?
Enxergue! Reflita! Sugira! Cause! Se mova!

"
Palavras, palavras... se me desafias, aceito o combate."
(Carlos Drummond de Andrade)

domingo, 1 de agosto de 2010

Coisa Séria!

Um dia desses eu estava fazendo o mesmo percurso diário para a faculdade quando algo me chamou atenção.
Sim, era o mesmo cenário de sempre, com os mesmos personagens de sempre, mas dessa vez parecia que a peça me chamava pra ser mais do que apenas platéia.
Havia um homem, eu digo, um mendigo, ali, bem ao meu lado, carregando um saco de lixo nas costas junto com um sorriso no rosto. Do outro lado da rua, um prédio com um funcionário jogando o lixo fora. Eca! Eu pensaria se estivesse prestando atenção, mas não estava até aquele tal mendigo avistar esta cena e dizer, com um sorriso ainda maior: Ó lá,  que ótimo, fresquinho!
Gente... Não tenho palavras.
O que para mim e para vocês são restos, lixo, porcaria, para ele é como aquela remessa de comida cara que acabou de chegar no supermercado.

É isso aí, Brasil.
O MÍNIMO que podemos fazer é NÃO DESPERDIÇAR, né?

"Pois não posso, não devo, não quero viver como toda essa gente insiste em viver. E não posso aceitar sossegada qualquer sacanagem ser coisa normal ♫ " (14 Bis)

(Por Vicky Fechine)

terça-feira, 20 de julho de 2010

Adotada.

Hoje eu gostaria de postar sobre adoção, mas precisamente sobre crianças, pessoas que são adotadas. Mas por mais que eu tenha interesse sobre o assunto, sinto que não sei muito sobre ele. Desde sempre tenho esse tema como de interesse próprio, não sei por que. Mas quanto mais procuro, mais percebo que é impossível chegar tão profundo sem ter vivido essa situação.
Acho que já passou pelo menos uma vez na cabeça de todo mundo a pergunta "será que sou adotada?" ou até "e se eu fosse adotada...?" Mas tá, é obvio que não sou.
Eu costumava pensar que se fosse, gostaria de conhecer meus pais biológiocos e bla bla bla, até que conheci pessoas que realmente são adotadas e, bom... é bem diferente. Eles tem ideias contrárias a como eu pensava que seria tudo. O que corfirma minha certeza: nada sei.
Por algum motivo, sempre tive um carinho e um interesse muito grande sobre a adoção e uma ideia fixa de adotar 1 ou mais filhos. Mas sempre me veio o medo de como seria minha relação com ele, se eu o amaria tanto quanto se ele fosse meu filho biologico, até que percebi que se me apego tanto a pessoas que nem conheço direito, como não me apegar a alguém que terá os meus valores, a minha educação e vai estar quase que 24hs por dia comigo? Por ironia do destino, pude presenciar um amor entre mãe e filha adotada, sem limites. Até maior do que o de muitas famílias biológicas que tem por aí e foi isso que me deu a certeza que essa coisa de "sangue do meu sangue" não faz A MENOR DIFERENÇA e que o amor que vou sentir pelos meus filhos adotivos será singular e INFINITO, não havendo nada maior nesse universo.
Para finalizar esse post eu gostaria apenas de deixar uma mensagem importante. Talvez muitos pais que não podem ou conseguem ter filhos, tenham receio de adotá-los, seja pelo mesmo receio que eu tinha ou por outro qualquer. Eu não sei o que passa na mente de cada um, entretanto posso garantir que adotar uma criança é uma coisa mágica para ambas as partes e fazer uma criança feliz não tem preço. Além disso, infelizmente há muitos orfanatos por aí que maltratam as crianças ou não tem estrutura e verba suficiente para dar uma boa condição de vida para elas. Então levantem a bandeira da adoção e formem essa família feliz que tanto sonham.
(Por Vicky Fechine)

domingo, 23 de maio de 2010

Do it - Lenine

 
Tá cansada, senta

Se acredita, tenta

Se tá frio, esquenta

Se tá fora, entra
 
Se pediu, agüenta
Se pediu, agüenta...

 Se sujou, cai fora

Se dá pé, namora

Tá doendo, chora

Tá caindo, escora

Não tá bom, melhora
Não tá bom, melhora...

 Se aperta, grite

Se tá chato, agite

Se não tem, credite

Se foi falta, apite

Se não é, imite...

Se é do mato, amanse

Trabalhou, descanse
 
Se tem festa, dance

Se tá longe, alcance
 
Use sua chance
Use sua chance...

 Se tá puto, quebre

Ta feliz, requebre

Se venceu, celebre
Se tá velho, alquebre
 
Corra atrás da lebre
Corra atrás da lebre...

Se perdeu, procure
 
 
Se é seu, segure
 
Se tá mal, se cure

Se é verdade, jure
 
Quer saber, apure
Quer saber, apure...

Se sobrou, congele
 
Se não vai, cancele
 
e é inocente, apele
 
Escravo, se rebele
 
Nunca se atropele...

Se escreveu, remeta
 
Engrossou, se meta
E quer dever, prometa
 
Prá moldar, derreta
Não se submeta
Não se submeta...


(Por Vicky Fechine)